


Só a partir do conhecimento de cada criança e do grupo, é que o educador /equipa pedagógica pode definir o projecto pedagógico, o seu modo de estar presente, o seu modo de agir e intervir.
A forma de intervir do educador vai assegurar que haja um fio condutor que leve à concretização do projecto.



O trabalho de projecto é um desafio à sua sensibilidade, à sua iniciativa, à sua capacidade de antecipação, às dinâmicas possíveis de um grupo de crianças.
Respeitar as crianças, os seus interesses, envolver-se e participar nesta aventura pedagógica, é ser capaz de criar uma dinâmica geradora de desenvolvimento.



E está ali mesmo à mão um mimo que faz toda a diferença...a criança sente-se segura, confiante e compreendida, então fácilmente socializa, brinca e parte à descoberta.




São tempos de partilha e de vivências em que os jogos tradicionais como a cabra-cega ou o lencinho vai na mão, ocupam o seu lugar. Em que as escondidas e o jogo da apanhada têm regras bem definidas para que ninguém faça batota, e que o macaquinho do chinês deixe todos em estátuas como de verdadeiras figuras de pedra se tratassem.
...e outros são carros de corrida, que andam muito mais rápido...
Os tempos de recreio são também tempos de cultura. Em que um livro, uma história ou um teatro têm sempre lugar (o último foi uma representação da história do capuchinho vermelho, improvisada por um grupo de meninos. Foi de rir e chorar por mais...). 
