quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Parabéns Carolina Ferreira!

Hoje a Carolina faz 2 anos!

Trouxe um pão-de- e os amigos cantaram-lhe os parabéns!

O Pai veio buscá-la a seguir ao repouso para irem ter com a Mãe, e juntos visitaram o Oceanário!

" - Carolina, o que viste no Oceanário?
- Peixes, focas, tubarão!
(diz a Carolina)"


Para presentear os amigos da sala trouxe, para cada um, uns fantoches de dedo com animais marinhos e animais da selva!... Que fizeram um sucesso!

Em nome do Grupo agradecemos aos pais da Carolina,

Vanda e Vera

Externato Santa Maria do Mar

Um sonho

Foi um sonho fantástico:
"Na sexta feira quando a tia Cácá estava a dormir, sonhou que tinha aparecido o génio da lâmpada e pediu-lhe um desejo; gostava de ter um colar de pérolas, com as pérolas mais bonitas do fundo do oceano.

O Génio disse à tia Cácá para continuar a dormir e ía ver que o seu desejo se ía tornar realidade.

De manhã, quando acordou viu que o Génio se tinha esquecido da lâmpada ao lado da almofada.

De repente olhou para o pescoço e viu um colar de pérolas, eram as pérolas mais lindas que havia no fundo do oceano, ficou muito contente e bonita!"

Sonho recontado pelos meninos da Maria R.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Aqui, trabalha-se...

Hoje é segunda-feira, é sempre um dia de muito trabalho.
Depois de uma manhã ocupadíssima com as novidades do fim de semana, com os textos, desenhos e jogos. Fomos ao recreio.

Calçámos as botas de borracha para podermos jardinar à vontade e lançámos a mão à obra.

Estivémos a apanhar as folhas da relva e descobrimos que no sítio onde pusémos as sementes, para tapar os buracos, já está a nascer mais relva, mais alguns dias e vai ficar tudo coberto de verde.

Fomos apanhar limões com a ajuda da Guta que é muito valente, subiu a um escadote altíssimo!!!

Amanhã vamos fazer limonada.

domingo, 16 de novembro de 2008

Escrever primeiro, ler depois.

As crianças devem aprender a ler com base na sua própria escrita. Chomsky (1981).
A partir do momento que as crianças conhecem as vogais e algumas consoantes começam naturalmente a organizar grupos de letras para formarem a palavra que querem.

Ficheiro de imagens

As palavras formadas pelas crianças reflectem a sua própria organização e capacidade linguística e por vezes não estão de acordo com as normas. Uma vez que a criança tenha escrito uma palavra por ela pensada é mais fácil reconhecê-la.

A ordem natural é a criança escrever primeiro e depois tentar ler aquilo que escreveu, é mais atractivo e motivador, torna a escrita e a leitura momentos lúdicos de uma aprendizagem activa.

Chomsky, C. (1981) Write now, read later. Cazden ed. Washington

sábado, 15 de novembro de 2008

Poesia para Pais

Como é fim de semana e já merecemos descanso, aqui fica um momento de lazer e prazer.

LIBERDADE


Ai que prazer,
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...


Fernando Pessoa

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

"Grande é a poesia..."

Os trabalhos sobre Fernando Pessoa surgiram após a leitura do livro "O Meu Primeiro Pessoa". Aqui ficam algumas das aprendizagens que fizemos sobre a vida do poeta

(…) “Grande é a poesia, a bondade e as danças…
Mas o melhor do mundo são as crianças
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca. “ (…)

Fernando Pessoa
«Fernando Pessoa nasceu em Lisboa, no dia de Santo António, perto de uma igreja, onde ouvia os sinos a tocar.
O Pai morreu e ele ficou sempre a viver com a sua mãe, de quem gostava muito.
A Mãe casou-se outra vez e foram viver para África. Para lá chegar tiveram que viajar de barco. No caminho viu uma rocha que parecia mesmo um monstro. Era o Monstrego.
Em África gostava de brincar com os irmãos mais novos e fazia muitos problemas para eles. Mais tarde veio trabalhar para a Faculdade, para Portugal, para ser Doutor.



Ele teve que viajar de barco porque naquele tempo não havia muitos aviões. Os barcos eram a vapor (chamavam-se “Vapores”), e demoravam muito tempo a chegar. Mas Fernando Pessoa desistiu de estudar, porque ele gostava mesmo era de escrever poemas.



Gostava de estar no café, a conversar com os amigos e a escrever poemas. Ele tinha muita imaginação e gostava de rimar (rimar é acabar da mesma maneira).»

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Quem Quer Quentes e Boas?

No dia de S. Martinho pusémos à prova a nossa capacidade de representação.

Das crianças às professoras, todos interpretámos os nossos papéis. Passámos uns bons momentos e aprendemos muita coisa sobre o dia de São Martinho, o magusto e as castanhas.

As professoras das salas de creche representaram a lenda de São Martinho.

Os meninos da sala da Ana também fizeram uma dramatização desta lenda.

Papéis tão variados como o do S. Martinho, o do mendigo, da chuva e do sol foram escolhidos e assumidos com todo o rigor.


Os meninos da sala da Maria, escolheram uma adaptação da história da Maria Castanha.


As actrizes, os actores, a narradora e os músicos mostraram todo o seu empenho.

Foi um belo espectáculo!


Dia de São Martinho, 11 de Novembro 2008