terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Máscaras de Animais


"Tal como tu!" foi o livro que a Mãe do Pedro Nascimento nos trouxe na quinta-feira passada.
Um livro com uma ilustração fantástica que mostra que os animais têm uma vida como nós;

- Fazem xi-xi;

- Comem;

- E brincam como nós!

A Mãe do Pedro contou a história e ao mesmo tempo mostrou-nos fantoches de animais, com os quais o Pedro brinca lá por casa.
No fim da história havia uma surpresa! A Mãe preparou para cada menino uma máscara de um animal. Todos diferentes!
Cada menino escolheu o seu e pintou com lápis de cor e de cêra!

Obrigada pelo seu tempo e simpatia com o qual acolheu e divertiu o grupo de bébes!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Poesia para Pais

Atlântico

Mar,

Metade da minha alma é feita de maresia.

Sophia de Mello Breyner Andersen

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Quem somos nós?

Estivemos a trabalhar o nosso corpo.

Começámos nas aulas de movimento, lembrar partes do corpo e movimentá-las fez parte dos exercícios.

Estivemos a ver livros que faziam referência ao corpo e o que podiamos fazer com ele. Fosse correr ou saltar, desenhar ou pintar, sorrir e falar.

Descobrimos que há coisas que podemos fazer ao mesmo tempo mas que outras não, por exemplo: Podemos dar gargalhadas mas não se percebe o que estamos a dizer, podemos comer mas não podemos saltar ao mesmo tempo; Mas podemos fazer um desenho que seja uma pintura ou contar uma história a cantar.
Deitámo-nos em cima do papel de cenário e escolhemos uma posição, a Joana e a Maria fizeram o contorno do corpo, depois fomo-nos ver ao espelho.
Na sala tinhamos uma fotografia da nossa cara e diferentes materiais para trabalhar: Tinta, jornal, cola, lã tecidos, canetas de feltro, lápis de cêra. Começámos por colar a cabeça no lugar certo! Depois foi só dar largas à imaginação!
Gostam das nossas posições?

Bom Carnaval !!!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Joaninha Duarte, uma Contadora de Histórias

Na passada Terça-feira, tivemos a visita de uma Contadora de Histórias, a Joaninha Duarte (Mãe da Maria da Viola).

Juntámo-nos todos na sala da Maria da Viola e da Joana, apagámos as luzes, fechámos um pouco as persianas e no meio do silêncio que se fazia sentir ouvimos uma voz a cantar:



"Quando oiço contar uma história,
ao canto do lume sentada,
vem-me logo à minha memória,
A infância cá dentro guardada!


Contas tu, encanto-me eu
Conto eu, encantas tu
São histórias pra contar
e pra sonhar!..."


Entrou na sala, trazendo com ela os seus dois companheiros de viagem, o talêgo e a laterninha. Pediu à Marta Santiago e à Matilde Mestre que retirassem de dentro do talêgo a história que nós iriamos ouvir (eram as Meninas dos Anos!!).



Depois de escolhida a história, a Joaninha começou:

"Conta-se..."




Contou a história da Carochinha e nós, concetrados, acabámos por a ajudar:

As Meninas: "Quem quer casar com a Carochinha, que é bonita e perfeitinha..."


Os Rapazes, a imitarem as vozes dos animais ( e baterem "Mais 5" com a Joaninha, quando acertavam no animal que estava a chegar...)



As educadoras e a Toía: "Vai-te embora, vai-te embora, não me serves para nada. Acordas os meninos, pela madrugada!"


Tínhamos os olhos esbogalhados e um sorriso na cara. Sem dúvida que tinhamos aberto o nosso coração ao conto...

Quando terminada a história, onde todos participámos com gestos e dizeres, a Joaninha pediu para nos levantarmos e a acompanhar-mos num romance cantado!

"Certo dia fui à caça..."

Foi tão divertido!!!

Joaninha, obrigada por nos teres oferecido, mais uma vez, uma manhã cheia de contos!

Os meninos do Santa Maria do Mar

Bem dito e louvado este conto está contado,

bonito ou feio já está acabado.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Borboletas

A Catarina chegou contente com um livro, "Antes Agora Depois".
A Joana contou-nos a história,
o que gostámos mais foi a parte da Primavera
"A Primavera traz ninhos
E enche o parque de flores
Solta no ar borboletas
Pinta-as de todas as cores"
Resolvemos pintar as nossas borboletas,
escolhemos as cores e fizemos pintura simétrica,
com muito cuidado colámos as palhinhas.
Ficaram lindas a voar pela sala!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O Peixe-Desejo

Na sexta-feira passada tivemos uma visita muito importante! Recebemos na nossa sala os Pais da Carolina Ferreira, que contaram a história do peixe-desejo!

Os meninos ouviram com muita atenção e a Carolina foi um elemento proeminente na actividade. No fim da história ensinámos aos Pais da Carolina as canções dos peixes que sabemos!

Depois iniciámos a actividade plástica com tintas, cola, tecidos e rasgagem de revistas. Cada menino escolheu o seu animal marinho e decorou-o.

Pintámos também um Castelo, pois tinha sido este o primeiro desejo do peixe! Por fim colocámos na parede da nossa sala os trabalhos dos meninos!


Muito obrigada aos Pais da Carolina pela disponibilidade e pelo carinho com que se juntaram a nós. Desejamos que este dia tenha sido especial para todos, principalmente para a Carolina.

Sala dos Bebés

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Fantoches

Teatro de Fantoches
A Ana trouxe-nos uns fantoches construídos pela Mãe da Tia Cacá. Explicou-nos que ela era professora e que os tinha feito há muito tempo, com a ajuda dos seus alunos.
Nós lembrámo-nos de inventar uma história para fazermos um teatro com estes fantoches!
Dividimo-nos em três grupos, inventámos uma histórias e pintámos uns cenários para a representação.
No dia do espectáculo, convidámos os meninos da Maria e a Tia Cacá para virem ver e lanchar connosco.
(Também fizemos Bolo de Laranja e Limonada com os limões do nosso jardim!)

«O Teatro de fantoches Infantil, diverte as crianças que o fazem e as crianças que a ele assistem, ajudando-os a todos no desenvolvimento da sua personalidade pois que o fenómeno da expressividade reverte positivamente sobre a sua auto-formação» (Sastre, 1970)
« O objectivo do teatro de fantoches infantil não é o espectáculo, mas a criação em grupo. O espectáculo é apenas um pretexto, uma forma de motivação da expressão individual de cada elemento inserida numa criação em grupo, com propósito de agradar a terceiros.» (Alberto de Sousa)