terça-feira, 14 de setembro de 2010

A hora da sesta

As crianças. desenvolvem os seus próprios rituais para adormecer. Algumas crianças adormecem logo que chegam à sua cama, outras necessitam de um mimo especial, que a educadora o embale, lhe faça festinhas ou lhe cante uma canção.

Cada criança tem o seu modo particular para se acalmar até adormecer


A criança precisa de uma atenção personalizada antes de adormecer. A chucha, o óó, o boneco especial e outros objectos de transição são fundamentais para que a criança se sinta reconfortada e segura. São objectos que traz de casa, que são seus, e que ajudam a fortalecer o elo de ligação entre a casa e o colégio.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pais desesperados e filhos incompreendidos

A criança não se conseguia concentrar. Era irrequieta, perturbava os colegas, tinha os trabalhos de casa sempre atrasados. Um desespero. A mãe não teve outra solução: foi consultar um especialista. Falaram longamente. No final, o médico sentou-se junto da miúda e disse-lhe: "estive a ouvir todas as coisas que a tua mãe me contou e preciso de falar com ela em privado. Por isso, espera aqui. Já voltamos". Enquanto saíam, ele ligou o rádio que tinha na secretária. Já fora da sala, disse para a mãe: "Fique aqui e observe-a". Assim que saíram da sala, a menina levantou-se e pôs-se a dançar a música. Observaram-na por alguns minutos e, finalmente, o médico acrescentou: "Sra. Lynne, a Gillian não está doente. Ela é uma bailarina. Leve-a a uma escola de dança".


A mãe acabou por seguir o conselho e diz a própria Gillian, muitos anos mais tarde: "Não consigo dizer quão maravilhoso foi: entrámos numa sala que estava cheia de pessoas como eu. Pessoas que não conseguiam estar quietas. Pessoas que precisavam de se mexer para pensar". Fez uma audição na Royal Ballet School, tornou-se solista, teve uma carreira fantástica e formou a sua própria companhia, a Gillian Lynne Dance Company. Conheceu Andrew Lloyd Weber e foi responsável por alguns dos maiores espectáculos musicais de todos os tempos como Cats ou o Fantasma da Ópera.


Onde os professores viram um problema e os pais uma deficiência, o médico reconheceu um talento. Quando uns teriam receitado medicação e aconselhado a acalmar, o médico aconselhou a explorar e incentivar.

Texto transcrito a partir da conferência de Ken Robinson "Schools kill creativity"

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Foi assim...

Estivemos a fazer pinturas, actividade que gostamos muito!

Recebemos a visita do Capitão Gancho que regressou para nos contar uma história.


Sentados no tapete fomos à descoberta dos livros!


Ajudámos os bebés pequeninos a ir ao bacio...

... é preciso muito cuidado para o bebé não cair, é pequenino e pode desequilibrar-se!!!

Entre conhecer amigos novos e reencontrar os antigos amigos, foi muito bom regressar ao colégio!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Com a mão na massa

Metemos a mão na massa e, com uma mistura de água e farinha, modelámos e brincámos com um material diferente e muito divertido.
Experimentámos dividir a massa em muitas partes e esticar, esticar...


... mas ela não se partia!
Experimentámos enrolar em muitos bocadinhos e contá-los com rigor!

Experimentámos descolá-los das mãos... mas não era nada fácil!

Experimentámos até dar-lhe vida,


fazendo olhos, nariz e boca!
Experimentámos espalmar, espalmar e espalmar... com muita força!

«À expressão plástica a duas dimensões acrescentam-se as possibilidades tridimensionais, como a modelagem. (...) Se a expressão plástica a duas e três dimensões estará presente durante toda a educação pré-escolar, a expressão tridimensional tem uma importância fundamental para as crianças mais pequenas.

A exploração de materiais que ocupam um espaço bidimensional ou tridimensional, com texturas, dimensões, volumes e formas diferentes, remete para o domínio da matemática. »


in Orientações Curriculares para a Educação Pré- Escolar do Ministério da Educação

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Texto: Falar, escrever e desenhar

Todos gostamos de contar o que fizemos em casa, o que vimos na rua ou as nossas brincadeiras. É destes relatos que surgem os primeiros textos livres.
No início é o educador que toma a iniciativa , mas rapidamente a criança demonstra vontade de contar as suas vivências, de escrever o seu texto e ilustrá-lo.

Os textos são sempre ilustrados pela criança, que ainda sem o domínio do código escrito, fica na posse de um outro código o seu desenho.

A valorização da palavra é extraordinariamente importante para a criança, começa a relacionar o que se diz com o que se escreve.

A criança gosta de ver o seu texto afixado na parede. Gosta que os Pais e outros adultos de referência leiam o que ela diz, e vejam o seu desenho.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Quando os adultos aprendem com as crianças

Momentos tranquilos
descontrair
descansar

é muito bom!

Viva, estamos de volta!

Com muita vontade de pintar,

de experimentar novos materiais,

de aprender novas técnicas de pintura,

de estarmos todos juntos,

e de brincarmos com os amigos.