quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Memórias de férias

Escrevemos um postal a contar as nossas férias
aos amigos

e personalizámo-lo com um desenho

Ficámos a saber que se podem fazer muitas coisas diferentes nas férias

Mas há um sítio a que todos gostamos muito de ir
à praia!


É tão bom!!!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Memórias de férias...

Foi assim que contámos as férias aos amigos...

as idas à praia e à piscina,

as aventuras com o pais e os amigos,

os passeios por Portugal,

as férias em família

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Memórias de férias..

Estivemos a fazer um trabalho sobre as nossas férias.

Os pais ajudaram-nos a escolher as fotografias

escrevemos os nossos nomes

e as legendas das fotografias.

depois pintámos a folha com aguarelas.

Gostamos de relembrar as férias
e de contar aos amigos as nossa aventuras.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Que canseira!

Alguém tem por aí uma máquina de cortar a relva?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A representação simbólica

Na representação simbólica uma das experiências chaves que se realiza através da arte, é a teatralização.

A educadora ao apoiar a criança nesta experiência, está a incentivá-la a brincar ao faz de conta, a criar a sua própria brincadeira, os seus códigos e textos narrativos. A educadora acompanha a criança na sua alegria e apoia-a na sua necessidade de manter o controlo sobre as suas criações, em vez de apenas reproduzir modelos à imagem dos adultos.

A educadora vê na representação uma invenção e na criança um artista.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A hora da sesta

As crianças. desenvolvem os seus próprios rituais para adormecer. Algumas crianças adormecem logo que chegam à sua cama, outras necessitam de um mimo especial, que a educadora o embale, lhe faça festinhas ou lhe cante uma canção.

Cada criança tem o seu modo particular para se acalmar até adormecer


A criança precisa de uma atenção personalizada antes de adormecer. A chucha, o óó, o boneco especial e outros objectos de transição são fundamentais para que a criança se sinta reconfortada e segura. São objectos que traz de casa, que são seus, e que ajudam a fortalecer o elo de ligação entre a casa e o colégio.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pais desesperados e filhos incompreendidos

A criança não se conseguia concentrar. Era irrequieta, perturbava os colegas, tinha os trabalhos de casa sempre atrasados. Um desespero. A mãe não teve outra solução: foi consultar um especialista. Falaram longamente. No final, o médico sentou-se junto da miúda e disse-lhe: "estive a ouvir todas as coisas que a tua mãe me contou e preciso de falar com ela em privado. Por isso, espera aqui. Já voltamos". Enquanto saíam, ele ligou o rádio que tinha na secretária. Já fora da sala, disse para a mãe: "Fique aqui e observe-a". Assim que saíram da sala, a menina levantou-se e pôs-se a dançar a música. Observaram-na por alguns minutos e, finalmente, o médico acrescentou: "Sra. Lynne, a Gillian não está doente. Ela é uma bailarina. Leve-a a uma escola de dança".


A mãe acabou por seguir o conselho e diz a própria Gillian, muitos anos mais tarde: "Não consigo dizer quão maravilhoso foi: entrámos numa sala que estava cheia de pessoas como eu. Pessoas que não conseguiam estar quietas. Pessoas que precisavam de se mexer para pensar". Fez uma audição na Royal Ballet School, tornou-se solista, teve uma carreira fantástica e formou a sua própria companhia, a Gillian Lynne Dance Company. Conheceu Andrew Lloyd Weber e foi responsável por alguns dos maiores espectáculos musicais de todos os tempos como Cats ou o Fantasma da Ópera.


Onde os professores viram um problema e os pais uma deficiência, o médico reconheceu um talento. Quando uns teriam receitado medicação e aconselhado a acalmar, o médico aconselhou a explorar e incentivar.

Texto transcrito a partir da conferência de Ken Robinson "Schools kill creativity"